A saúde intestinal é um dos fatores importantes para o bom desempenho dos animais de produção. Entre os desafios sanitários que merecem atenção estão as verminoses, infecções causadas por parasitas que podem comprometer o aproveitamento dos nutrientes, o desenvolvimento dos animais e, dependendo da espécie parasitária e da intensidade da infestação, os resultados produtivos.
Em criações de galinhas e suínos, o controle desses parasitas deve fazer parte do manejo sanitário, considerando as características de cada sistema de produção, as condições ambientais e a orientação do médico veterinário.
Como os vermes podem afetar a produtividade?
Os parasitas gastrointestinais podem provocar alterações no trato digestório e interferir no aproveitamento dos nutrientes fornecidos pela alimentação. Em infestações mais intensas, também podem ocorrer alterações clínicas, perda de condição corporal e comprometimento do desenvolvimento.
Na prática, isso significa que a alimentação, por si só, não determina o desempenho dos animais. O estado sanitário também influencia a forma como os nutrientes são aproveitados e convertidos em crescimento e produção. A dimensão desse impacto varia conforme o parasita envolvido, a carga parasitária, a idade dos animais e as condições de criação. Por isso, o controle das verminoses deve ser considerado parte do planejamento sanitário da propriedade.
Principais vermes que afetam galinhas e suínos
Entre os principais vermes que afetam galinhas estão os vermes redondos, como Ascaridia galli, que vivem no intestino e podem prejudicar o crescimento e o aproveitamento dos alimentos, e outros parasitas que afetam o trato digestório. Nos suínos, destacam-se Ascaris suum, conhecido como lombriga dos suínos, e Oesophagostomum spp., que podem causar alterações intestinais e comprometer o ganho de peso. Quando essas infestações não são controladas adequadamente, podem prejudicar a saúde dos animais e gerar perdas na produção.
Por que adotar um programa de controle parasitário?
A vermifugação não deve ser baseada apenas na presença de vermes visíveis ou no aparecimento de sinais clínicos. Algumas infestações são subclínicas, e a avaliação do risco exige considerar o histórico sanitário, o sistema de criação e a exposição dos animais.
Um programa de controle bem estruturado deve considerar:
- Avaliação veterinária: identificação dos parasitas relevantes e definição da estratégia de controle conforme a realidade da propriedade.
- Monitoramento sanitário: observação do desenvolvimento, da condição corporal, do consumo de alimento, da postura e de alterações nas fezes, conforme a categoria animal.
- Higiene das instalações: remoção adequada de fezes, limpeza de comedouros e bebedouros e adoção de medidas que reduzam a contaminação ambiental.
- Manejo adequado: atenção a lotação, a qualidade da alimentação e às condições de alojamento.
- Uso responsável de anti-helmínticos: escolha do produto apropriado, administração conforme a bula e avaliação da necessidade de monitoramento da eficácia.

Provermin ®: aliado no controle de vermes em galinhas e suínos
Para integrar o manejo sanitário dessas espécies, a Indubras disponibiliza o Provermin, vermífugo oral de amplo espectro à base de fembendazol, indicado para o combate a determinados helmintos de aves e suínos.
O produto deve ser administrado por via oral, misturado à ração, respeitando a posologia específica para cada espécie descrita na bula.
Sanidade e produtividade caminham juntas
O controle das verminoses é uma medida importante para a manutenção da saúde e do bem-estar de galinhas e suínos. Quando integrado ao monitoramento sanitário, à higiene das instalações e ao manejo nutricional adequado, pode ajudar a reduzir os efeitos do parasitismo e a prevenir perdas produtivas associadas às infestações.
Provermin ®: cuidado sanitário que faz parte de uma criação responsável.
Equipe Técnica Indubras